Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,78 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,86 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,54 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 160,54 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,12 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,97 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,46 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 166,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,25 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,47 / cx

Eólica

Energia eólica pode dobrar no Brasil em cinco anos, diz ministro da Economia

Em dez anos, a fatia desse tipo de energia foi de zero a 10% no país. Nos próximos 5 anos, pode subir para 20%

Energia eólica pode dobrar no Brasil em cinco anos, diz ministro da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, contou em café da manhã hoje com interlocutores da América Latina e Ásia que a energia eólica no Brasil pode dar um salto, inclusive com turbinas no mar, o chamado offshore. Em dez anos, a fatia desse tipo de energia foi de zero a 10% no país. Nos próximos 5 anos, pode subir para 20%.

Em Davos, Guedes teve reunião ontem com a dinamarquesa Vestas, maior produtora mundial de turbinas de energia eólica. O ministro contou ainda que tem mantido conversas com a espanhola Iberdrola, que também demonstrou interesse na energia eólica brasileira.

Guedes contou ainda que teve encontros bilaterais com várias empresas, de diferentes setores, como Alibaba, YouTube, DP World, Arcelor Mittal e a sinalização foi de que querem aumentar investimentos no Brasil. A Vestas, por exemplo, planeja ampliar suas instalações no país.

A agenda de Davos está ficando mais de negócios, disse Guedes. Há poucos anos, quando veio ao evento, 80% das reuniões eram com políticos e o resto com empresas. Agora isso se inverteu e 80% das agenda é negócios e só 20% é com governos.

No evento desta quarta-feira, que estava mais esvaziado que os outros que o ministro participou, Guedes defendeu que com a reconfiguração das cadeias produtivas e mudanças geopolíticas é preciso insistir no comércio e fazer novos acordos comerciais.

O Brasil está batendo recordes em superávit comercial e em fluxos de comércio, com aumento do saldo positivo com a China. “O Brasil está disposto a se integrar”, afirmou o ministro.

No começo dos anos 2000, o comércio com o país asiático ao ano era de US$ 2 a US$ 3 bilhões, enquanto com a França estava em US$ 2 bilhões. Passados pouco mais de 20 anos, o comércio com a China saltou para US$ 120 bilhões e com os franceses foi a US$ 7 bilhões. Isso mostra, disse Guedes, quem está guiando o crescimento no Brasil.