Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,78 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,86 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,54 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 160,54 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,12 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,97 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,46 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 166,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,25 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,47 / cx

Confinamento deve crescer 43% este ano

<p>Com esse avanço, o número de animais confinados deve alcançar 1.336.700 animais.</p>

Redação (20/07/07) – Depois de crescer 16,52% em 2006, para 933.967 animais, a expectativa é de que o confinamento de gado bovino nos 50 maiores confinamentos do Brasil cresça mais 43,12% este ano, de acordo com pesquisa da Agripoint Consultoria.

Uma das explicações para o crescimento, diz Miguel Cavalcanti, da AgriPoint, é que "os [confinamentos] muito grandes estão ficando enormes". Ele acrescenta que "alguns estabelecimentos estão triplicando a capacidade para este ano". Segundo o levantamento da Agripoint, em 2006 a capacidade instalada dos 50 maiores confinamentos aumentou 45,86%, para 774.860 animais. Cavalcanti observa que parte do crescimento deve decorrer dos novos projetos que entrarão em operação este ano. 

Um estímulo para a ampliação dos projetos são os bons resultados da atividade, que vive um momento de preços favoráveis, afirma o consultor. A economia de escala e a boa gestão desses estabelecimentos também contribuíram para o desempenho, diz. 

O levantamento mostrou ainda que o Estado com maior número de animais confinados em 2006 foi Goiás, com 48,07% do total de bovinos dos 50 maiores estabelecimentos. No Estado estão os confinamentos do Bertin e da Cotril. A pesquisa também mostrou aumento dos confinamentos no Mato Grosso, que teve 15% do total de animais sob engorda intensiva no ano passado. "O confinamento cresceu bastante por causa da oferta de matéria-prima para alimentação", explica Miguel Cavalcanti. 

O levantamento indicou ainda que em 2006 um percentual de 98% dos 50 maiores rastrearam seus animais e 42% deles se adequaram ao novo Sisbov. Para este ano, 92% das propriedades de aderir ao novo Sisbov. 

Cavalcanti destaca ainda o aumento da utilização de ferramentas como os contratos de boi a termo com os frigoríficos. Em 2006, 20% do volume de animais abatidos (considerando os 50 maiores) foram negociados com essa ferramenta. Para este ano, 38% das unidades confinadoras afirmam que já fecharam esse tipo de contrato com os frigoríficos. 

A pesquisa mostra que houve ganho de produtividade entre os confinamentos graças ao maior uso de tecnologia, avalia Cavalcanti. O peso médio de saída dos animais dos 50 maiores confinamentos em 2006 foi de 502,77 quilos, aumento de 11,54 quilos em relação ao peso dos animais confinados em 2005. O Friboi foi o frigorífico que teve maior fatia nas compras de bois dos 50 maiores, com 28%, seguido por Marfrig (20%), Bertin (10%) e Minerva (8%).