Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,63 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,74 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 11,68 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 7,87 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 7,63 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 7,54 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,48 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 7,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,83 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 121,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 136,31 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 136,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,43 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,25 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,32 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.182,04 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.051,80 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 143,72 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 121,50 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 121,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 129,98 / cx

Meio Ambiente

Agenda ambiental ganha protagonismo nas prioridades do agro brasileiro para 2026

CNA discute crédito rural, mercado de carbono e preparação para a COP31 em reunião estratégica da Comissão de Meio Ambiente

Agenda ambiental ganha protagonismo nas prioridades do agro brasileiro para 2026

A agenda ambiental do agronegócio brasileiro ganhou centralidade nas discussões da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) durante a primeira reunião de 2026 da Comissão Nacional de Meio Ambiente, realizada na última semana, em Brasília. O encontro definiu os principais eixos de atuação ambiental do setor agropecuário para o ano e alinhou estratégias frente aos desafios regulatórios, climáticos e internacionais.

Ao abrir a reunião, o presidente da Comissão, Muni Lourenço, destacou a importância de avançar em uma agenda ambiental que considere a realidade do produtor rural, conciliando sustentabilidade, segurança jurídica e acesso a políticas públicas, especialmente no que se refere ao crédito e ao financiamento da produção.

Entre os temas centrais debatidos esteve a relação entre crédito rural e monitoramento ambiental, com destaque para a Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 5.193/2024, que estabelece critérios ambientais para a concessão de financiamentos, incluindo o uso de dados de monitoramento por satélite, como os do Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica (PRODES). Representantes da CNA reforçaram a necessidade de clareza técnica e transparência na aplicação dessas regras.

A atuação internacional do setor também esteve na pauta, com balanço da participação do Sistema CNA/Senar na COP30, realizada em 2025. Durante o evento, a entidade integrou o pavilhão AgroBrasil, na Agrizone, espaço voltado à apresentação de dados científicos, práticas sustentáveis e informações sobre a contribuição do agro brasileiro para a preservação ambiental e o combate às mudanças climáticas.

Para 2026, a CNA estruturou um plano de trabalho que inclui temas estratégicos como mercado de carbono, taxonomia sustentável brasileira, Plano Clima, Programa ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono), além do acompanhamento das negociações internacionais e da preparação do setor para a COP31.

Durante a reunião, técnicos da entidade detalharam os impactos das discussões climáticas globais sobre a agropecuária nacional, destacando a importância de uma atuação coordenada do setor produtivo brasileiro nos fóruns internacionais, com base em dados técnicos e evidências científicas.

Com a definição das prioridades ambientais para 2026, a CNA reforça seu papel na defesa dos interesses do agronegócio brasileiro, buscando contribuir para a formulação de políticas públicas que promovam a sustentabilidade ambiental sem comprometer a competitividade e a produção no campo.