Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,02 / kg
Soja - Indicador PRR$ 128,99 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 133,85 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,84 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,35 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,25 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 8,31 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,26 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 96,83 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 96,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 108,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 103,20 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 89,44 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 100,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,51 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.178,92 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.049,40 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 89,22 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 84,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 101,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 119,62 / cx

Qualidade

Certificação requerida

Secretário do Mapa diz Brasil precisa qualificar sua produção agropecuária durante Seminário Internacional sobre Marcas de Qualidade.

“O Brasil deu um grande salto na produtividade da agropecuária, nos últimos 20 anos, mas precisa, agora, qualificar sua produção”, afirmou, há pouco, o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Márcio Portocarrero. Ele participa do Seminário Internacional sobre Marcas de Qualidade – Instrumento de Política de Valorização dos Produtos Agropecuários, que acontece de hoje (19) até sexta-feira (21), em São Paulo  (SP). 

Conforme Portocarrero, as marcas de qualidade pressupõem uma organização da produção e resultam na capacidade de alcançar mercados com marketing direcionado, garantindo mais renda e credibilidade. Os benefícios da certificação chegam, principalmente, a pequenos agricultores que, isoladamente, não conseguiriam acessar novos mercados, explica o secretário, que apresentou a uma plateia de gestores, empresários e produtores rurais de 12 países a experiência brasileira com marcas de qualidade, como indicação geográfica e denominação de origem.

“Somos um dos maiores produtores e exportadores de alimentos do mundo e precisamos mostrar que temos condições de apresentar produtos sustentáveis do ponto de vista ambiental, social e tecnológico e com diferencial de origem, como já acontece com os vinhos do Vale dos Vinhedos e da cachaça de Paraty”, reforça. Portocarrero disse, ainda, que o Brasil tem muito a aprender com a larga experiência da União Europeia nesse trabalho, bem como países vizinhos, dentre eles, Argentina, Chile e México.

Ações – Hoje, o Ministério da Agricultura tem ações para incentivar a cadeia produtiva que trabalha com certificação e marcas de qualidade. Uma dessas ações é o apoio técnico e financeiro a associações e cooperativas que atuam com produtos com potencial de indicação geográfica. O governo está aplicando R$ 1,3 milhão em convênios para essa finalidade, que inclui queijos, açaí, cachaça, açafrão, café e guaraná.

Outra iniciativa é o fomento a projetos de Produção Integrada (PI) em 22 estados. O selo emitido pelo Ministério da Agricultura significa que o alimento foi produzido com menos insumos (agrotóxicos, fertilizantes etc.), com respeito ao meio ambiente, entre outros critérios que reduzem os custos de produção e melhoram a rentabilidade do agricultor. Além de frutas, que foi o trabalho pioneiro da PI, o ministério começa a apoiar projetos de flores, café, gengibre, tomate, soja, mel, uva, carne, entre outros.