Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,14 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,59 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,49 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 162,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 182,53 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 168,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.165,57 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,54 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 173,28 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 155,39 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 161,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 169,99 / cx

Economia

Inflação em alta é pressionada por carne e combustíveis

Carne e combustíveis pressionam o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), aponta FGV.

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), atingiu 0,67% na primeira prévia de novembro, taxa 0,08% superior ao encerramento de outubro (0,59%). Todos os grupos indicaram aumento de preços, mas dois deles apresentaram diminuição no ritmo de correções: saúde e cuidados pessoais (de 0,30% para 0,20%) e despesas diversas (de 0,19% para 0,17%).

A maior pressão inflacionária foi constatada no grupo dos alimentos que passou de 1,38% para 1,54%, puxado, principalmente, pela carne bovina com alta de 4,98% ante 3,88%. Outros itens alimentícios que ajudaram a elevar o IPC-S foram a batata-inglesa, que ficou 11,62% mais cara; o feijão-carioquinha (15,71%) e o tomate (15,15%).

O grupo transportes também ajudou na alta média dos preços com taxa de 0,66% ante 0,45%. Neste caso, o avanço reflete a correção do valor da gasolina (de 0,59% para 1,32%). O álcool combustível também aumentou e passou de 7,01% para 7,77%.

Os artigos de vestuário ficaram 0,76% mais caros depois de terem tido um decréscimo na pesquisa anterior (de 0,60% para 0,58%) – a elevação foi puxada pelas roupas (de 0,68% para 0,90%). No grupo educação, leitura e recreação, o IPC-S subiu de 0,14% para 0,18%, influenciado por uma disparada de preços no segmento dos hotéis (de 0,20% para 0,91%).

Em habitação, a taxa teve leve correção, passando de 0,20% para 0,21%. Essa alta foi provocada pelos artigos de conservação e reparo (de 0,09% para 0,35%).