Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 118,73 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 124,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,81 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,72 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 146,73 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 149,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 162,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 163,74 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 139,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 155,76 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,90 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,96 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.175,13 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.056,90 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 156,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 143,99 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 128,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 138,53 / cx

Mercado

Mesmo com ajuste pontual nos preços, suinocultura catarinense projeta 2026 promissor

Mesmo com recuo momentâneo nas cotações do suíno vivo, setor catarinense mantém perspectiva positiva para 2026, apoiado em custos mais equilibrados, organização produtiva e expectativa de retomada rápida do mercado

Mesmo com ajuste pontual nos preços, suinocultura catarinense projeta 2026 promissor

A suinocultura de Santa Catarina inicia 2026 com expectativas positivas, mesmo diante de um ajuste pontual nos preços pagos ao produtor. A avaliação é da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), que destaca que o recente recuo nas cotações não compromete o cenário projetado para o ano, marcado por fundamentos mais sólidos e perspectiva de recuperação no curto prazo.

De acordo com a entidade, o preço do suíno vivo no sistema de integração registrou uma leve queda, passando de R$ 6,80 para R$ 6,65, movimento considerado pontual e típico das oscilações naturais do mercado. Para a ACCS, a variação reflete ajustes momentâneos de oferta e demanda e não indica mudança estrutural no desempenho da cadeia produtiva.

O presidente da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi, avalia que o setor catarinense segue organizado e preparado para responder rapidamente às variações de mercado. Segundo ele, a suinocultura do estado reúne fatores que sustentam uma visão otimista para 2026, como maior previsibilidade de custos, eficiência produtiva e histórico de competitividade.

“Esse ajuste nos preços é pontual e faz parte do comportamento normal do mercado. A suinocultura catarinense está estruturada, com produtores tecnificados e um sistema de produção que permite rápida reação às oscilações. A expectativa é de retomada em um curto espaço de tempo”, destaca Lorenzi.

A ACCS ressalta ainda que o cenário atual é mais favorável do que em períodos anteriores, especialmente em função do maior equilíbrio entre custos de produção e preços praticados. A entidade observa que a profissionalização da atividade, aliada ao controle sanitário e à gestão eficiente das granjas, fortalece a resiliência do setor mesmo em momentos de ajuste.

Outro ponto considerado estratégico é o papel de Santa Catarina como referência nacional em sanidade animal e organização da cadeia suinícola, fatores que contribuem para manter a confiança do mercado e ampliar oportunidades, tanto no consumo interno quanto nas exportações.

Para a ACCS, o desempenho esperado em 2026 depende da continuidade das boas práticas produtivas e do monitoramento constante do mercado, mas a avaliação predominante é de que o setor entra no novo ano com bases mais consistentes.

“A suinocultura catarinense aprendeu a lidar com ciclos de mercado. Hoje, o produtor está mais preparado, o que permite atravessar ajustes pontuais sem comprometer a sustentabilidade da atividade”, reforça o presidente da ACCS.