Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,39 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,13 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,49 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,17 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,87 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,64 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,58 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,89 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 165,50 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,67 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 168,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.165,62 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,13 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 173,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 155,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 162,79 / cx

Dia Internacional da Mulher

Dia Internacional da Mulher: pesquisadoras do PENSA falam sobre a liderança feminina no agronegócio

Dia Internacional da Mulher: pesquisadoras do PENSA falam sobre a liderança feminina no agronegócio

Hoje, celebramos o Dia Internacional da Mulher, uma data para refletir sobre os desafios enfrentados pelas mulheres em todo o mundo. Nesse contexto, o portal Agremídia conduziu uma entrevista com as pesquisadoras,  Camila Benatti Mourad e  Christiane Leles Rezende De Vita do FIA Business do Grupo PENSA para discutir o tema da liderança feminina e suas complexidades.

Segundo dados do Censo Demográfico de 2022, as mulheres representam 51,5% da população brasileira, mas a disparidade de gênero persiste, especialmente nas posições de liderança. Um artigo recente publicado no portal Agremídia, destacou que apenas 19% das propriedades rurais são lideradas por mulheres, evidenciando uma questão profunda que demanda reflexão e ação.

Os impactos dessa desigualdade são vastos, como aponta um relatório da FAO: se as mulheres tivessem acesso equitativo à terra, tecnologia e serviços, a produção agrícola poderia aumentar significativamente nos países em desenvolvimento. No entanto, as barreiras persistem, conforme revelou o estudo do PENSA/FIA, que identificou limitações no acesso das produtoras a financiamento, tecnologia e informação.

Diante desse quadro, surge a pergunta: o que pode ser feito?

Para falar sobre esse importante tema, confira a entrevista abaixo na TV Agrimídia: