Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,78 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,86 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,54 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 160,54 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,12 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,97 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,46 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 166,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,25 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,47 / cx

Nordeste

Fontes eólica e solar transformam região Nordeste em exportadora líquida de energia elétrica

Fontes passam a participar da matriz de geração na região com 41,5% em 2020, superando a hidráulica, com 32,9%

Fontes eólica e solar transformam região Nordeste em exportadora líquida de energia elétrica

Informe técnico publicado na sexta-feira (25/02) pelo Governo Federal, por meio do Ministério de Minas e Energia (MME) e da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético (SPE), aponta que fontes eólica e solar no Nordeste somaram 45,5% na matriz de geração de 2020 e, pela primeira vez, transformaram a região de importadora para exportadora líquida de energia elétrica. A nova configuração da geração no Brasil modificou os intercâmbios entre estados e regiões, proporcionando maior diversidade de soluções de suprimento.

A região Nordeste teve déficit de 21% de geração em 2000, de 3% em 2019, e passou a ter superávit de 12% em 2020, onde superou a demanda total. Em 2000, seis estados realizavam a exportação líquida de energia elétrica, esse indicador passou a 14, em 2020. Essa nova configuração exigiu, entretanto, uma forte expansão das linhas de transmissão, dobrando de 2000 para 2020.

O século 21 está sendo protagonista de matrizes regionais de geração elétrica menos concentradas e mais diversificadas por fonte. No século 20, a expansão hidrelétrica ocorreu prioritariamente junto aos maiores centros de carga, das regiões Sudeste e Sul. Estas duas regiões responderam por quase 70% da geração hidráulica do Brasil ao final de 2000 e, em 2020, o indicador já recuou para 48%.

Além do deslocamento regional, a geração hidráulica perdeu significativa participação ao nível das regiões, sendo complementada por expressivas expansões da eólica, solar e geração por bioenergia.

O agravamento da seca em 2021 e a não necessidade de racionamento é a demonstração de que os encaminhamentos para uma matriz de geração menos dependente da hidráulica foram e estão sendo fundamentais.

Acesse o informe aqui: https://www.gov.br/mme/pt-br/assuntos/secretarias/spe/publicacoes/indicadores-de-60-anos-do-ministerio-de-minas-e-energia