Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,79 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,53 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,78 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,19 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,22 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 106,78 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 110,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 119,63 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 122,93 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 98,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 112,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,49 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,56 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.178,25 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.054,04 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 130,84 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 109,02 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 132,77 / cx

Roedores podem ter sido os propagadores da Influenza Aviária

<p>Especialistas japoneses apontam possibilidade da participação de roedores na dissiminação do vírus H5N1 nos últimos quatro focos registrados no país.</p>

Redação (07/03/07) – Nos últimos quatro focos de Influenza Aviária altamente patogênica, ocorridos no em Miyzzaki e Okayama, no Japão, alguns especialistas acreditam que os roedores possam ter tido participação importante na propagação da doença. Se bem que o vírus H5N1 poderia ter vindo da China, por meio de aves migratórias. Mas três dos focos encontravam-se fora das rotas dessas aves.

Os especialistas da Universidade de Tottori descartam que as aves silvestres tenham sido a origem da infecção. Os científicos consideram possível que os ratos sejam os responsáveis de propagação da doença. “Estes animais poderiam ter se contaminado através de contato direto com aves procedentes da China”, sugerem. Segundo as conclusões dos estudos japoneses, os patos podem ser os portadores mais prováveis naquelas regiões. “A maior parte deles não está afetada pela doença. O vírus multiplica-se em seu intestino e se libera com as fezes”, explicam os estudiosos.