Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,78 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,86 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,54 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 160,54 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,12 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,97 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,46 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 166,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,25 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,47 / cx

Demanda por crédito rural cresceu 5% no ano-safra 2006/2007

<p>A agricultura empresarial contratou R$ 44,6 bilhões, no ano-safra 2006/2007, por meio de linhas de financiamento Crédito Rural.</p>

Redação (24/07/07) – O valor supera em 5% o contratado no ano-safra 2005/2006: R$ 42,33 bilhões.

Para o Coordenador-Geral de Análise Econômica do Departamento de Economia Agrícola da Secretaria de Política Agrícola (Deagri/SPA), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcelo Fernandes Guimarães, a comparação entre o montante programado e os valores contratados do crédito rural nos dois anos-safra, demonstra que, além do aumento na demanda por recursos, o perfil do endividamento do produtor rural melhorou, ou seja, ele se endividou a um custo menor.

Segundo ele, o crédito ficou mais barato em razão de alguns fatores como o aumento da aplicação a juros controlados, que foi quase 30% superior à realizada no ano-safra passado; a queda na demanda por recursos livres, que são mais caros para o contratante; e o aumento de 55% na aplicação de recursos na poupança rural equalizada, com juros controlados. As constatações foram feitas pelo grupo de acompanhamento do crédito rural, em sua reunião mensal, realizada na última quarta-feira (18/07). O grupo funciona como um comitê de estatística e avaliação do Crédito Rural e é formado por membros do Governo Federal (ministérios da Agricultura, do Planejamento e da Fazenda) e membros do sistema financeiro.

A reunião constatou ainda que, pelo segundo ano, não se conseguiu aplicar a totalidade de recursos programados. Foram contratados 89% do montante previsto.  Houve também uma queda de 7% na demanda por recursos para investimento. O que, segundo Guimarães, “se deve ao alto endividamento do setor, já que os bancos temem liberar recursos para produtores que se encontram com a renda comprometida com o pagamento de dívidas”.

O coordenador pondera que a queda na contratação de recursos para investimento foi menor que o esperado. No entanto, verifica-se desde março deste ano, uma recuperação na tomada de recursos para investimento, impulsionada pelo Programa Modernização da Frota de Máquinas e Equipamentos Agrícolas (Moderfota), destinado ao financiamento, com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), de aquisições de máquinas e equipamentos agrícolas.