Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,78 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,86 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,54 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 160,54 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,12 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,97 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,46 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 166,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,25 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,47 / cx

Acordo pode baratear insumos

<p>A indústria deve se beneficiar de uma resolução que prevê a redução da alíquota de importação de produtos de fora do bloco para 2% por tempo e cota determinados.</p>

Redação (07/07/08)- Os insumos agrícolas poderão ficar mais baratos no Brasil. Isso porque a indústria deverá se beneficiar de uma resolução do Mercosul que prevê a redução da alíquota de importação de produtos de fora do bloco para 2% por tempo e cota determinados, desde que comprovado desabastecimento. E isso não seria problema, pois há o entendimento, no Ministério da Agricultura (Mapa), de que falta ao Brasil ácido sulfúrico, glifosato, fosfato, nitrato de amônia, uréia, entre outros.

O Grupo Mercado Comum, do Mercosul, modificou a resolução número 69/00, que determinava a cada país o direito de colocar 20 produtos em uma lista de mercadorias com redução de alíquota. Com a resolução 08/2008, o número de produtos sobe para 45 e o período que os países membros têm para avaliar o pedido é limitado a 30 dias. Antes, o processo podia se arrastar por tempo indeterminado. Conforme o diretor do Departamento de Assuntos Comerciais da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio, Benedito Rosa, em casos excepcionais, a tarifa ainda pode ser reduzida a zero. Segundo ele, nos fertilizantes, a alíquota média de importação é de 6%, mas é de 10% no fosfato de cálcio e de 12% a 14% no glifosato. ”Não é isso que resolverá o problema, mas já é positivo. O impacto no mercado brasileiro de insumos, acredita Rosa, se daria
pela diversificação de fornecedores. As pequenas e médias indústrias e cooperativas teriam um estímulo na importação de adubos e fertilizantes semiprontos para a fabricação de formulados. ”Isso aumenta a competitividade interna e a queda nos preços poderia ser maior do que a da tarifa.” Contudo, indica que desoneração mais expressiva viria com a diminuição do Adicional sobre Frete para a Marinha Mercante, de 25%.

O pedido de redução da tarifa deve ser feito pelo setor privado, junto ao Ministério da Fazenda, onde funciona o Grupo Técnico de Acompanhamento da Resolução (GTAR). Depois, a demanda é encaminhada ao Ministério das Relações Exteriores, que a submete à Comissão de Comércio do Mercosul. Quando todos os países do bloco estiverem de acordo, a Camex edita resolução com as novas alíquota e cota.