Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,10 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,36 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 124,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 11,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 7,09 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 7,08 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,79 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,76 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 146,68 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 150,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 162,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 163,73 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 139,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 155,32 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,99 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.172,98 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.058,60 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 155,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 142,31 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 126,06 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,73 / cx

Meio Ambiente

Desmatamento menor

<p>Taxa anual de desmatamento da Amazônia deve ser a menor dos últimos 20 anos. Redução é resultado do aumento da fiscalização e da restrição de crédito agrícola, diz Minc.</p>

Ao comentar os dados de junho do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, voltou a afirmar ontem (04/08), que a taxa anual de desmatamento da Amazônia este ano deverá ser a menor dos últimos 20 anos. “Vamos chegar a oito ou nove mil quilômetros quadrados”, disse.

A taxa atual, consolidada hoje pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) com dados do Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), é de 12,9 quilômetros quadrados (km²), medida entre agosto de 2007 e julho de 2008.

A expectativa do ministro é que a taxa anual reflita a queda no desmatamento verificada até agora pelo Deter, que gera relatórios mensais. Em junho, o Deter registrou 578 km² de desmatamento, redução de 33% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em meses anteriores, a queda em relação a 2008 chegou a 89%.

A redução, segundo o ministro, é resultado de ações governamentais como o aumento da fiscalização e a restrição de crédito agrícola para quem desmatou ilegalmente. Minc disse que a queda do desmate poderá ser sustentada com a implementação de medidas que ofereçam alternativas econômicas à derrubada da floresta.

“A regularização fundiária, o zoneamento ecológico-econômico, a Operação Arco Verde e o Fundo Amazônia vão levar o combate ao desmatamento a um novo patamar. Vamos sair somente da ação policial e oferecer alternativas econômicas.”

Apesar da expectativa otimista, Minc afirmou que o mês de julho pode ser o grande vilão do desmatamento este ano. “Julho é um mês terrível. E vai ser difícil reduzir o desmatamento em relação a julho de 2008, que foi de cerca de 300 quilômetros quadrados.”

O ministro também ponderou que a mudança de perfil dos novos desmates na Amazônia também pode surpreender no resultado anual do desmatamento. O governo tem observado redução dos desmates de grandes áreas, ante o avanço de pequenos polígonos – derrubadas em áreas menores. Como as imagens do Prodes – que mede a taxa anual – são mais precisas que as do Deter – que gera os dados de alerta mensal – os pequenos desmatamentos só deverão aparecer na contagem consolidada.