Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,17 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,54 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 124,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 11,10 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 7,05 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,73 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,79 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 146,72 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 150,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 162,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 163,73 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 139,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 155,32 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,92 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,98 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.168,03 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.058,24 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 155,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 143,27 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 126,06 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,73 / cx

Indústria

Produção industrial cresce

<p>Dez regiões brasileiras registram aumento. Destaque para o PR, onde a atividade fabril aumentou 15,3%, segundo o IBGE.</p>

Em julho, em relação a a junho, dez dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registraram crescimento na produção industrial. O destaque coube ao Paraná, onde a atividade fabril aumentou 15,3%, depois de queda por quatro meses seguidos.

Também com expansão acima da média nacional (2,2%), ficaram Espírito Santo e Goiás, onde a produção das indústrias teve ampliação de 8,9% e 6%, respectivamente. Entra nesse conjunto ainda o Amazonas, onde a produção das indústrias subiu 3,6%, depois de baixa de 1,2% em junho.

Com taxas positivas, mas inferiores à média nacional, estiveram Rio de Janeiro e Minas Gerais (ambos com 1,8%), São Paulo (1,4%), Rio Grande do Sul (1,1%), Ceará (0,9%) e Santa Catarina (0,8%). A atividade industrial recuou na Bahia (-6%), região Nordeste (-3,5%), Pernambuco (-1,5%) e Pará (-1%).

Na comparação com julho do ano passado, a produção das indústrias declinou em quase todas as localidades analisadas pelo IBGE. A exceção ficou com Goiás, onde houve elevação de 4,4%. Esse avanço foi associado com o comportamento do setor de produtos químicos.

Permanecendo no mesmo tipo de comparação, o setor industrial ficou no terreno negativo nos Estados do Espírito Santo (-20%), Minas Gerais (-16,1%) e São Paulo (-11,9%).

O levantamento do IBGE ressalta ainda que, de janeiro a julho, todas as áreas avaliadas registraram decréscimo na atividade fabril. Espírito Santo (-27,9%) e Minas Gerais (-20,5%) tiveram as quedas mais marcadas. Integraram também a lista com dois dígitos de baixa Amazonas (-15,7%), São Paulo (-14%), Rio Grande do Sul (-12,6%), Santa Catarina (-12%) e Bahia (-10,1%).

No acumulado até o sétimo mês deste ano a indústria nacional apresentou queda de 12,8%