Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,43 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,44 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,45 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,76 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,25 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,15 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 8,14 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,16 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,36 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 122,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,97 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.178,26 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.054,59 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 142,31 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Empresa

“Avanço genético exige um novo olhar sobre a fêmea suína”, diz gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC

Amanda Pimenta foi uma das debatedoras do painel “Hiperprolificidade: como a genética está trabalhando para que o potencial genético aconteça no campo”, realizado durante o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), em Chapecó (SC)

“Avanço genético exige um novo olhar sobre a fêmea suína”, diz gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC

A hiperprolificidade das fêmeas suínas tem sido um dos principais vetores de produtividade, eficiência e rentabilidade na suinocultura. Quanto mais leitões uma matriz desmama ao longo da vida, menor o custo por animal e maior a competitividade.

O rápido avanço da genética, porém, coloca o tema sob nova perspectiva. Mais do que a capacidade reprodutiva, é preciso garantir que a fêmea tenha condições de sustentar o bom desenvolvimento da leitegada. Esse desafio exige integração entre genética, manejo, nutrição e ambiente.

Essa foi a mensagem central apresentada por Amanda Pimenta Siqueira, gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC, no painel “Hiperprolificidade: como a genética está trabalhando para que o potencial genético aconteça no campo”, realizado durante o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), em Chapecó (SC).

Visão sistêmica e integrada

Segundo Amanda, a genética tem papel determinante nesse cenário. Apoiada em investimentos contínuos em pesquisa e seleção, ela prioriza características como peso ao nascimento, sobrevivência até o desmame e habilidade materna, resultando em matrizes mais produtivas e também mais exigentes.

O acelerado progresso genético das fêmeas suínas, porém, coloca a hiperprolificidade sob novo foco. “O avanço genético exige um novo olhar sobre a fêmea suína. Elas mudaram, estão mais produtivas, mais exigentes e demandam um acompanhamento cada vez mais próximo e criterioso”, explica Amanda.

De acordo com ela, as práticas de manejo, nutrição e ambiência que funcionavam no passado já não dão conta de extrair todo o potencial das fêmeas de genótipo moderno. Hoje, é necessário atender a um novo conjunto de exigências. 

“A estrutura das granjas, a qualidade da ambiência, a formulação das dietas, a oferta de água, o conforto térmico e, principalmente, a capacitação das equipes precisam estar alinhados com esse novo perfil”, afirma. “A hiperprolificidade deve deixar de ser vista apenas como um atributo genético e passar a ser considerada uma estratégia integrada entre diferentes áreas na produção suinícola. Só assim é possível transformar o potencial genético em resultados no campo”, conclui.