Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,32 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,54 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,10 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,04 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,07 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,38 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 197,27 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.289,02 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,38 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 175,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 177,24 / cx

Desempenho animador

Índice de exportação de suíno em MT é 20 vezes maior que em 2003.

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Redação SI 22/11/2004 – O balanço parcial das exportações de carne suína deste ano mostra que o avanço em Mato Grosso foi significativo e supera o desempenho de 2003. Entre janeiro e outubro de 2004 foram vendidos US$ 2,7 milhões ao exterior, quantia quase 20 vezes maior do que os US$ 141,7 mil do mesmo período de 2003. Os dados são do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias de Mato Grosso (FIEMT) e confirmam o bom desempenho da atividade na economia do Estado.

Ao todo, a exportação de carne suína foi de 1,8 milhão de quilos nos primeiros dez meses do ano, quantidade bem superior aos 146,5 mil quilos do mesmo período de 2003. A consolidação de mercados asiáticos, como a Coréia do Sul e Hong Kong, foram fundamentais no bom desempenho. O embargo da Rússia às exportações da carne brasileira – o maior importador da carne suína produzida em Mato Grosso em meados deste ano não chegou a causar prejuízos ao setor que conseguiu redirecionar a produção para outros mercados de acordo com a Associação de Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat).

Com a liberação das exportações carne de Santa Catarina para a Rússia anunciada, no início desta semana, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a expectativa agora do setor é que o mesmo aconteça com a carne produzida em Mato Grosso “Temos garantia de qualidade de produção e sanidade dos animais para que isso aconteça”, disse o presidente da Acrismat, Raulino Teixeira Machado.

Obviamente, os números da balança externa refletem a realidade encontrada nas granjas de Mato Grosso, que são reconhecidas pela segurança sanitária e por serem altamente tecnificadas. Em 2000, ano de retomada da suinocultura no Estado, havia 77.858 matrizes. Em 2004, já são 132.075, um crescimento de 169%. Outros indicadores de desempenho também são computados pela Acrismat.

Em conseqüência da qualidade e do aumento da oferta da carne suína, cresceram os investimentos na agregação de valor dessa matéria-prima. Somente os três frigoríficos instalados no Estado que possuem o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF) passaram por ampliações e hoje somam capacidade de abater 2,1 mi cabeças por dia.

Perspectivas

Esses indicadores e outros temas ligados ao desenvolvimento da atividade suinocultora serão abordados a partir da próxima quinta-feira (25) dentro da programação do Seminário Anual de Suinocultura, que será realizado em Cuiabá.

O tema “Desafios do mercado e fatores de competitividade na suinocultura”, será tratado na primeira palestra com o diretor superintendente da Agroceres – PIC, Fernando Antônio Pereira. Assuntos técnicos como o manejo de dejetos de suínos com o uso de biodigestores, homeopatia no tratamento de suínos e gerenciamento da produção também estão na programação do evento.

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