ABCS registra mais de cem mil suínos no primeiro semestre de 2005.
Registro genealógico
Redação SI 17/08/2005 – Pela primeira vez na história da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), foi registrado em um único semestre mais de cem mil suínos. No primeiro semestre de 2005, foram emitidos 100.865 certificados de registro genealógico, 10,85% a mais que semestre anterior. De acordo com o Superintendente dos Registros Genealógicos da ABCS, Valmir Costa da Rosa, deste número, 75,32% são cruzados, aumentando ainda mais a relação com os puros de origem e puros sintéticos. “Dentre as raças puras de origem, a Large White continua se destacando na preferência dos suinocultores”, ressalta.
O Superintendente destaca ainda que Santa Catarina retomou seu status de maior número de animais registrados no semestre, seguido por Minas Gerais e Paraná.
Ocorreu ainda uma melhora na média de leitões nascidos por leitegada em relação ao semestre anterior, onde passou de 11,72 para 11,78.
Leia também no Agrimídia:
- •Nova UPL da Colonias Unidas inicia operação no Paraguai com suporte técnico da Agroceres PIC
- •Treinamento no RS atualiza técnicos sobre novas regras para granjas de reprodutores suínos certificadas
- •Espanha amplia controle da Peste Suína Africana após novos casos em javalis na região de Barcelona
- •XX Encontro Regional da ABRAVES-PR debate riscos sanitários e inteligência artificial na suinocultura
Segundo o responsável pelo setor na Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o médico veterinário Gilberto Ivan Provenzano, este bom resultado se dá principalmente pelo forte trabalho de conscientização dos produtores, feito pela ACCS, da importância do Registro Genealógico, tanto pela origem do animal como pela garantia de Segurança Sanitária. “Com este trabalho, a venda clandestina fica mais difícil”, comenta.
Provenzano percebe ainda que os produtores estão conscientes da importância do Registro e do trabalho que a ACCS vem desenvolvendo junto as Granjas GRSC não filiadas, evitando desta forma a comercialização desleal entre os criadores. “Agora os suinocultores que compram os animais, exigem que o vendedor entregue o animal com registro e isso valoriza muito o animal e a própria granja”, finaliza.




















