Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,14 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,59 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,49 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 162,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 182,53 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 168,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.165,57 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,54 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 173,28 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 155,39 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 161,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 169,99 / cx

Empresa

Proposta na Assembleia Legislativa de MS pede suspensão de licença ambiental da JBS por mau cheiro

Saiba mais sobre a Proposta na Assembleia Legislativa de MS que visa suspender a licença ambiental da JBS devido a problemas com odor

Proposta na Assembleia Legislativa de MS pede suspensão de licença ambiental da JBS por mau cheiro

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final (CCJR) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul recebeu nesta quarta-feira (6) um Projeto de Decreto Legislativo que propõe a suspensão das licenças ambientais concedidas à JBS. A proposta é específica para a produção de farinha de ossos na unidade da empresa localizada na região do Imbirussu, em Campo Grande.

O projeto, de autoria do deputado estadual Pedrossian Neto, surgiu após novas denúncias de moradores sobre o mau cheiro persistente na região. Segundo o parlamentar, mais de 100 mil pessoas de bairros vizinhos à fábrica sofrem com o odor provocado por processos de decomposição e emissão de gases tóxicos. “É um cheiro insuportável, que tira o sono e a qualidade de vida da população. Já passou da hora de uma resposta firme do poder público”, afirmou o deputado.

O projeto prevê a suspensão das licenças até que o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de MS) comprove o cumprimento integral das recomendações feitas em relatórios técnicos do Ministério Público e da própria autarquia. Desde março deste ano, o Ministério Público Estadual já move uma ação civil pública cobrando medidas como a instalação de cortinas arbóreas, a revisão do sistema de exaustão e a melhoria no transporte dos resíduos. Para Pedrossian Neto, no entanto, essas exigências ainda não são suficientes para solucionar a gravidade do problema.

Referência: Capital News