Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,63 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,74 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 11,68 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 7,87 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 7,63 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 7,54 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,48 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 7,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,83 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 121,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 136,31 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 136,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,43 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,25 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,32 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.182,04 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.051,80 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 143,72 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 121,50 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 121,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 129,98 / cx

Comércio Internacional

Produtores dos EUA acusam China de bloquear exportações ao não avaliar ractopamina

Entenda como a proibição da ractopamina pela China impacta as exportações de carne suína dos EUA e as recentes reclamações

Produtores dos EUA acusam China de bloquear exportações ao não avaliar ractopamina

O Conselho Nacional de Produtores de Carne Suína dos Estados Unidos (NPPC) formalizou uma queixa junto ao governo americano alegando que a China falhou em cumprir compromissos cruciais do “Acordo de Fase Um”, assinado em 2020. O descumprimento, segundo a entidade, restringiu significativamente o potencial das exportações de carne suína para o gigante asiático nos últimos cinco anos. A denúncia foi enviada ao Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), que iniciou uma investigação sob a Seção 301 da Lei de Comércio, mecanismo que pode resultar em sanções e tarifas.

O ponto central do conflito é a ractopamina, um aditivo alimentar que promove o crescimento de carne magra e reduz custos de produção. Embora a substância seja considerada segura pela FDA (EUA) e pelo Codex Alimentarius (ONU), sendo aceita em mais de 30 países, a China mantém sua proibição. Pelo acordo de 2020, Pequim havia se comprometido a realizar uma avaliação de risco conjunta com especialistas americanos sobre o aditivo, o que, segundo o NPPC, nunca ocorreu.

Para os suinocultores americanos, a recusa chinesa em revisar a ciência por trás da ractopamina funciona como uma barreira comercial injustificada, impedindo o acesso pleno ao maior mercado consumidor de carne suína do mundo. O tema será debatido em audiência pública marcada para o dia 16 de dezembro, onde o setor espera pressionar por medidas que façam valer os termos do acordo internacional.

Referência: Pork Business