Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,60 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 152,45 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,53 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,60 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,50 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,68 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 138,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 140,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 153,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 155,57 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 143,13 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,06 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,08 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,21 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.476,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 138,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,69 / cx
Processamento

Norma atualiza uso de aditivos alimentares em carnes e produtos cárneos, harmonizando com legislação do Mercosul

A RDC 272’2019, já em vigor, lista os aditivos alimentares autorizados para uso tanto em carnes quanto em produtos cárneos, com suas respectivas funções, limites máximos e condições de uso

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Norma atualiza uso de aditivos alimentares em carnes e produtos cárneos, harmonizando com legislação do Mercosul

PersonalidadesA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ligada ao Ministério da Saúde, publicou em março deste ano a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 272, que lista os aditivos alimentares autorizados para uso em carnes e produtos cárneos, assim como suas funções, limites máximos e condições de uso. A publicação atualiza norma de 2001, além de incorporar ao ordenamento jurídico brasileiro a Resolução do Grupo Mercado Comum (GMC/Mercosul 63’2018), anteriormente já harmonizada entre os Estados Parte do Mercosul.

A RDC 272’2019 atende ainda as mais atuais especificações sobre o uso de aditivos alimentares estabelecidos pelo Joint FAO/WHO Expert Committee on Food Additives (JECFA, Comitê de Especialistas em Aditivos Alimentares da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação – FAO e da Organização Mundial da Saúde – OMS), pelo Food Chemicals Codex (FCC, Código dos Produtos Químicos Alimentícios) e pela União Europeia.

Em seu período de consulta pública, foram 53 contribuições válidas de 13 respondentes, em sua maioria representantes de empresas e entidades do setor regulado, com 42% sendo aceita pela área de alimentos da Anvisa. “A grande maioria considerou a proposta positiva, ou seja, com visões bastante convergentes. Essa convergência é reflexo da ampla discussão ocorrida com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e com o setor produtivo, durante o processo de negociação no Mercosul”, comenta Lígia Lindner Schreiner, gerente de Avaliação de Riscos e Eficácia, da Gerência Geral de Alimentos (GGALI), da Anvisa.

O uso de aditivos alimentares é um tema que tem ganhado espaço em discussões que envolvem sociedade, governo e setor produtivo. O consumidor tem se tornado mais exigente em relação a compra dos alimentos, buscando alternativas como produtos com menor teor de sódio e de gorduras, por exemplo. O grande número de opções e as novas demandas dos consumidores têm agregado aos seus critérios de compras diversas variáveis que vão muito além da questão preço, impactando diretamente o setor de carnes e produtos cárneos. Por outro lado, este é um campo onde há muita desinformação. “O consumidor precisa de ajuda, inclusive identificando as fontes de informação mais confiável. A Anvisa tem se esforçado para ser reconhecida como referência do brasileiro quando a dúvida se refere à segurança dos alimentos”, ressalta Lígia.

Nesta entrevista, a especialista destaca os principais pontos da RDC 272’2019, comentando sobre o processo de atualização e de harmonização com legislações internacionais. Comenta ainda sobre as preferências dos consumidores com relação aos produtos cárneos e o crescimento na disponibilidade de aditivos e tecnologias nessa área. Confira.

Avicultura 2019

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