Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 63,45 / kg
Soja - Indicador PRR$ 127,64 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 133,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,60 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,27 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 142,37 / cx
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Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 153,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 162,45 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 135,40 / cx
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Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.366,65 / t
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Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 142,99 / cx
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Sanidade

Mutação viral e mortalidade pressionam rentabilidade da suinocultura Norte-Americana

Saiba mais sobre como a mutação viral e mortalidade estão afetando a rentabilidade da suinocultura nos Estados Unidos

Suinocultura sustentável avança no Agreste com uso de biodigestores e redução de custos nas propriedades

A suinocultura dos Estados Unidos enfrenta um paradoxo produtivo: mesmo com a adoção massiva de tecnologias modernas e protocolos rigorosos de biosseguridade, os índices de mortalidade continuam a corroer as margens de lucro da atividade. Surtos recentes de enfermidades em polos estratégicos como Iowa e Minnesota evidenciam que a evolução dos patógenos segue desafiando a indústria. Segundo Joel DeRouchey, especialista da Universidade Estadual do Kansas, a situação atingiu níveis de epidemia financeira, com estatísticas alarmantes indicando que aproximadamente um terço dos suínos iniciados no sistema produtivo jamais chega ao mercado.

O cerne do problema reside na capacidade de adaptação biológica dos vírus, especialmente o da Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos Suínos (PRRS). “A realidade é que algumas cepas da PRRS sofrem mutações ao longo do tempo, encontrando maneiras de sobreviver mesmo à medida que implementamos tecnologias e protocolos melhores”, explica DeRouchey. Essa persistência viral forçou uma mudança de paradigma na avaliação econômica das granjas. Brad Lawrence, da Novus International, destaca que o foco mudou da simples contagem do tamanho da ninhada para a análise da “carne suína produzida ao longo da vida útil da porca”, uma métrica que considera a longevidade da matriz e a taxa de sobrevivência dos leitões até o abate.

Estratégias de Mitigação: Nutrição e Imunidade

Para blindar o plantel e reverter os prejuízos, a indústria intensificou as pesquisas em duas frentes principais: a segurança do alimento e o manejo da transição das matrizes. Alex Hintz, gerente de serviços técnicos da Novus, aponta que o setor investiga o uso de aditivos na ração capazes de neutralizar vírus como o da PRRS e da Diarreia Epidêmica Suína (PED), impedindo que a dieta se torne um vetor de transmissão.

Paralelamente, o manejo nutricional no período crítico entre a gestação e a lactação ganhou prioridade. Laura Greiner, da Universidade Estadual de Iowa, alerta que essa janela temporal é onde ocorrem as maiores perdas de matrizes. Sem o suporte adequado para fortalecer a imunidade nesse estágio, as taxas de descarte involuntário de leitoas e porcas podem atingir 20%, impactando severamente a sustentabilidade financeira do produtor.

Referência: Pork Business

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