Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,13 / kg
Soja - Indicador PRR$ 130,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 134,71 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,89 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,89 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,44 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,29 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 8,33 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,24 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 97,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 96,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 107,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 103,20 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 89,57 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 99,52 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,71 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,78 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.184,74 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.042,59 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 89,12 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 83,44 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 101,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 120,82 / cx

Exportação

México define cota e taxará em 16% excedente de carne suína do Brasil

O Brasil enfrenta desafios com as novas regras do México para isenção tarifária da carne suína a partir de 2026. Confira

México define cota e taxará em 16% excedente de carne suína do Brasil

A suinocultura brasileira amanheceu nesta terça-feira (06) fazendo contas. O governo do México publicou as novas regras para importação de carnes em 2026, estabelecendo uma cota de isenção tarifária de apenas 51 mil toneladas para a carne suína.

Todo volume que ultrapassar esse limite será taxado com uma alíquota de 16%. A medida vale para países sem acordo de livre comércio, grupo no qual o Brasil figura como principal fornecedor.

O grande desafio é que a cota estipulada é inferior ao patamar atual de comércio. Dados do Ministério da Agricultura mostram que, apenas entre janeiro e novembro de 2025, os frigoríficos brasileiros embarcaram 74,2 mil toneladas de carne suína para o mercado mexicano (faturamento de US$ 181,4 milhões).

Ou seja, se o ritmo de vendas se mantiver, a cota de isenção será consumida rapidamente, e cerca de um terço do volume exportado (ou mais) terá que pagar o imposto de 16% para entrar no país.

Apesar do aperto na margem, o setor mantém o otimismo quanto à manutenção dos negócios. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) avalia que a tarifa de 16% retira competitividade, mas “não torna proibitivo o comércio”, dado o forte apetite mexicano.

A entidade destaca que os embarques cresceram mais de 70% no último ano, comprovando que o produto brasileiro já está consolidado na preferência dos importadores locais, mesmo com barreiras tarifárias parciais. Além dos suínos, o México também definiu uma cota de 70 mil toneladas para carne bovina (com tarifa excedente de 20%) e revogou a isenção para arroz em casca.

Referência: Valor Econômico