Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,02 / kg
Soja - Indicador PRR$ 128,99 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 133,85 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,84 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,35 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,25 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 8,31 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,26 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 96,83 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 96,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 108,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 103,20 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 89,44 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 100,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,51 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.178,92 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.049,40 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 89,22 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 84,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 101,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 119,62 / cx

Biosseguridade

EUA lançam "Estratégia Nacional de Saúde Suína" para unificar combate a doenças

A Estratégia Nacional de Saúde Suína visa eliminar enfermidades endêmicas e melhorar a saúde suína nos Estados Unidos

EUA lançam "Estratégia Nacional de Saúde Suína" para unificar combate a doenças

Cansados de perder produtividade e dinheiro para doenças endêmicas, os produtores norte-americanos lançaram uma ofensiva coordenada: a Estratégia Nacional de Saúde Suína (NSHS). A iniciativa, nascida de uma recomendação do Fórum Nacional da Indústria Suína de 2025, tem um objetivo ambicioso: deixar de apenas “conviver” com enfermidades como a PRRS (Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos Suínos) e o PEDv (Vírus da Diarreia Epidêmica) e passar a trabalhar ativamente para eliminá-las.

Liderada pelo Conselho Nacional da Indústria Suína (NPB) e pelo NPPC, a estratégia não cria novas burocracias, mas alinha as ferramentas poderosas que já existem, como o SHIC (Centro de Informações sobre Saúde Suína) e o SHIP (Plano de Melhoria da Saúde Suína). Após ouvir mais de 800 produtores e veterinários, o plano definiu cinco prioridades que vão desde a erradicação de patógenos circulantes até a blindagem contra Doenças Animais Exóticas (como a Peste Suína Africana).

A iniciativa marca também uma mudança cultural profunda na suinocultura norte-americana: o fim da “resignação”. Durante décadas, parte da indústria aceitou certas enfermidades como um “custo operacional inevitável”. Agora, com margens cada vez mais apertadas e a pressão global por eficiência, a tolerância zero contra patógenos tornou-se uma necessidade econômica.

O uso de sequenciamento genético rápido e a integração de dados sanitários entre vizinhos (biocontenção regional) serão as chaves para transformar essa estratégia em resultados de campo, reduzindo o uso de antibióticos e melhorando o bem-estar animal.

“Estamos tomando decisões ruins por falta de informação”, resumiu Scott Hays, produtor e diretor da Associação de Suínos do Missouri. A nova estratégia visa corrigir isso, garantindo que os dados de biossegurança e surtos sejam compartilhados e usados taticamente. Para o mercado global, isso sinaliza que a suinocultura dos EUA busca reduzir suas perdas sanitárias para recuperar competitividade em custo e volume a partir de 2026.

Referência: Farm Progress