Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 67,67 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,20 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,78 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,43 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 163,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,68 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 182,05 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,53 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.166,23 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,54 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 172,86 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 155,55 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 161,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 169,99 / cx

Consumo

Consumo de carne suína no Brasil salta 35% em 10 anos e chega a 20,2 kg por habitante

Carne suína no Brasil: consumo salta 35% e atinge 20,2 kg por habitante. Entenda as razões para esse aumento expressivo

Consumo de carne suína no Brasil salta 35% em 10 anos e chega a 20,2 kg por habitante

A presença da carne suína na mesa dos brasileiros passou por uma transformação significativa na última década, registrando um salto de 35% na preferência nacional. Segundo a nova projeção da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), essa trajetória de ascensão levará o país a alcançar a marca de 20,2 kg consumidos por habitante em 2025, confirmando a consolidação da proteína na dieta cotidiana da população.

Para sustentar essa demanda em expansão, o parque produtivo nacional opera com alta eficiência, estimando um volume total de 5,64 milhões de toneladas de carcaças para este ano.

Esse desempenho robusto garante não apenas o cumprimento dos contratos de exportação, mas, principalmente, o abastecimento do mercado interno, que absorve uma fatia cada vez maior da oferta impulsionado por preços competitivos e maior variedade de cortes.

Para garantir a transparência e a precisão desses indicadores, a ABCS detalhou sua metodologia de cálculo, que se baseia exclusivamente em dados oficiais do IBGE. A conta subtrai as exportações de carne in natura do total da produção de carcaças e divide o resultado pela população brasileira, desconsiderando importações (estatisticamente irrelevantes, abaixo de 15g/hab) e estoques de passagem. Com esse cenário positivo, a entidade já projeta um novo recorde para 2026: 21 kg por habitante.

Referência: ABCS