Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,78 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,86 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,54 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 160,54 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,12 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,97 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,46 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 166,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,25 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,47 / cx

Exportação

Carne suína também registra recordes de volume e receita no início do ano, segundo ABPA

Carne suína também registra recordes de volume e receita no início do ano, com 116,3 mil toneladas exportadas em janeiro

Carne suína também registra recordes de volume e receita no início do ano, segundo ABPA

O desempenho positivo se estendeu à suinocultura. As exportações brasileiras de carne suína, incluindo produtos in natura e processados, somaram 116,3 mil toneladas em janeiro, volume recorde para o período e 9,7% superior ao registrado no mesmo mês do ano anterior, quando foram embarcadas 106 mil toneladas.

A receita das exportações atingiu US$ 270,2 milhões, crescimento de 13,6% em relação a janeiro do ano passado, quando o faturamento foi de US$ 238 milhões. O resultado também configura o maior já registrado para o mês, refletindo a ampliação do mix de destinos e a maior presença em mercados considerados estratégicos.

As Filipinas se consolidaram como o principal destino da carne suína brasileira, com importações de 37,4 mil toneladas, expressiva alta de 91%. Na sequência aparecem Japão, com 12,9 mil toneladas e crescimento de 58%; Hong Kong, com 8,8 mil toneladas; China, com 8,3 mil toneladas e forte retração; Chile, com 7,7 mil toneladas; e Singapura, com 5,5 mil toneladas. México e Costa do Marfim também se destacaram, especialmente o mercado mexicano, que registrou aumento de 133% nas compras.

No ranking dos estados exportadores, Santa Catarina manteve a liderança, com 56,5 mil toneladas embarcadas, apesar de leve retração de 2,3%. O Rio Grande do Sul apresentou crescimento expressivo, com 29 mil toneladas e alta de 34,4%, seguido pelo Paraná, com 17 mil toneladas, Mato Grosso, com 3,6 mil toneladas, e Minas Gerais, com 3 mil toneladas.

Segundo Ricardo Santin, o desempenho reflete a continuidade do movimento observado ao longo de 2025, marcado pela descentralização das exportações, com menor dependência do mercado chinês e maior direcionamento para países como Filipinas e Japão, considerados destinos de alto valor agregado. Para o dirigente, o saldo recorde de janeiro reforça a expectativa de um fluxo positivo para as exportações brasileiras de carne suína ao longo de 2026, em um contexto de fortalecimento da competitividade do setor no mercado internacional.