Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,63 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,74 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 11,68 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 7,87 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 7,63 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 7,54 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,48 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 7,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,83 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 121,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 136,31 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 136,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,43 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,25 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,32 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.182,04 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.051,80 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 143,72 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 121,50 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 121,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 129,98 / cx

Inovação

Canadá aprova suínos resistentes à PRRS e abre caminho para produção com menos antibióticos

A aprovação dos suínos resistentes à PRRS pelo Canadá revolucionará a produção suína com benefícios para saúde pública e ambiental

Canadá aprova suínos resistentes à PRRS e abre caminho para produção com menos antibióticos

O Canadá deu um passo histórico na biotecnologia animal. O governo canadense, através do Ministério da Saúde (Health Canada), da Agência de Inspeção de Alimentos (CFIA) e do Ministério do Meio Ambiente, aprovou oficialmente o uso de suínos geneticamente editados resistentes à Síndrome Reprodutiva e Respiratória Suína (PRRS) para consumo humano e fabricação de ração.

A tecnologia, desenvolvida pela PIC (Genus PLC), modifica o DNA do animal para torná-lo imune a uma das doenças mais devastadoras da suinocultura global. Após análises rigorosas, os reguladores concluíram que a carne desses suínos é “tão segura e nutritiva” quanto a convencional, e que os animais não representam riscos ambientais.

Por não haver diferença nutricional ou de segurança, não será exigida rotulagem especial para os produtos derivados desses animais.

O impacto vai além da sanidade. Todd Wilken, diretor da PIC, destaca o viés de sustentabilidade: a PRRS hoje obriga o uso intensivo de medicamentos. “Pesquisas indicam que a doença aumenta a necessidade de antibióticos em mais de duas vezes. Combater a PRRS via genética reduzirá esse uso e melhorará o bem-estar animal”, afirma.

Uma pesquisa da Circana realizada no final de 2025 mostrou que 90% dos consumidores canadenses comprariam essa carne, motivados principalmente pela redução no uso de antibióticos.

Com essa decisão, o Canadá se junta a um grupo seleto que já autorizou a tecnologia para consumo, incluindo EUA, Brasil, Colômbia e Argentina. No entanto, a PIC ressalta que a aprovação regulatória não significa início imediato das vendas: a empresa aguarda a harmonização com outros parceiros comerciais para proteger o comércio global antes da distribuição em larga escala.

Referência: Pork Business