Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,24 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,20 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 182,51 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 173,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,21 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.219,92 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.093,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 222,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,13 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 197,23 / cx

Segue firme venda de frango para UE

Oposição alemã à elevação da taxa sobre cortes salgados beneficia os embarques brasileiros.

Compartilhar essa notícia

Redação AI 05/05/2003 – Sem alarde, as indústrias brasileiras exportadoras de frango estão se beneficiando da resistência da Alemanha em aceitar a decisão da Comissão Européia de alterar os critérios de taxação dos cortes de frango salgado.

A mudança, que prevê a elevação de 15,4% para 75% da alíquota de importação dos cortes salgados, entraria em vigor em outubro passado. No entanto, a Alemanha questionou a medida desde o início e conseguiu postergar por duas vezes a adoção da nova taxação. Assim, a medida deve entrar em vigor apenas em agosto, segundo exportadores.

A Alemanha se opôs à decisão da UE porque é um dos maiores importadores de cortes de frango do bloco e sentiu-se prejudicada pela medida, observa Luís Genevro, gerente de exportação da cooperativa Lar.

O país é o maior cliente da cooperativa paranaense no mercado europeu.

Luís Eduardo Costa, da Exame Empreendimentos Comerciais, que representa no Brasil importadores alemães, lembra que a União Européia não é auto-suficiente na produção de frango e, por isso, precisa comprar de outros países. Os alemães argumentaram, conforme ele, que não teriam como adequar a produção até a data proposta pela UE e, por isso, pediram o adiamento. Fontes dos exportadores afirmam que o país teria pedido uma nova data, dessa vez setembro.

Com a posição alemã, as exportações brasileiras de cortes de frango salgado para a UE se mantiveram praticamente estáveis até agora. Segundo a Abef (associação que reúne os exportadores), no primeiro trimestre o bloco comprou 60,8 mil toneladas do Brasil, queda de apenas 0,55% sobre igual período de 2002.

Na mesma comparação, a Alemanha elevou suas importações do Brasil em 108,6%, para 30,4 mil toneladas, e se tornou o maior comprador europeu de cortes do Brasil, posto que em igual período de 2002 pertencia ao Reino Unido. O produto é usado principalmente pela indústria processadora de alimentos.

Segundo Costa, as compras alemães cresceram porque os importadores estão se estocando à espera da elevação da tarifa de importação no segundo semestre. Com essa estratégia, os preços dos cortes de peito salgado na exportação subiram 10% nos últimos dois meses, para US$ 2 mil por tonelada FOB, segundo Hélio Schorr, gerente de exportação da paranaense Copacol.

Apesar de a medida ter sido adiada, o diretor executivo da Abef, Cláudio Martins, considera que as vendas brasileiras de cortes para a Europa cairão 20% em 2003 sobre 2002, quando o Brasil exportou 261 mil toneladas para o bloco. “As perdas virão no segundo semestre”, ratifica Costa.

A decisão da União Européia levou o Brasil a pedir consultas na Organização Mundial do Comércio (OMC) por considerar que o bloco criou uma barreira técnica que tem efeito de barreira tarifária. Não está descartada a abertura de um painel (comitê de arbitragem) para discutir o tema.

Na última reunião entre os negociadores brasileiros e europeus em Genebra, o Brasil questionou por que apenas agora a UE decidiu mudar as regras, já que havia anos o país exportava frango salgado congelado com alíquota de 15,4% para Europa. Pelo novo entendimento da UE, o critério para taxação é o método de conservação. Assim, cortes congelados com teor de sal entre 1,2% e 1,9% devem ser considerados produtos congelados. Dessa forma, passaram a ter a mesma taxa que o produto congelado in natura, de 75%.

Assuntos Relacionados
Brasilexportaçãounião europeia
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 71,98
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 123,24
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 130,20
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,21
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,96
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,76
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,68
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,65
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,80
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 182,51
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 200,46
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 207,25
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 223,39
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 173,72
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 201,21
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,03
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,07
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.219,92
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.093,06
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 222,89
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 196,13
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 187,56
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 197,23
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341