Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,14 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,59 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,49 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 162,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 182,53 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 168,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.165,57 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,54 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 173,28 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 155,39 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 161,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 169,99 / cx

Resultados da missão ao México dividem opiniões

<p>Os resultados da missão comercial do Ministério da Agricultura ao México dividiram as opiniões de empresários envolvidos nas negociações.</p>

Redação (09/08/07) – Comemorada ontem pelo ministro Reinhold Stephanes, a visita agradou aos exportadores de lácteos, mas não chegou a entusiasmar produtores de carne suína, arroz e soja. No próprio governo, havia quem esperasse voltar com acordos concretos e imediatos "no bolso" para lácteos e frangos. 

Classificado como um "mercado difícil" em razão do lobby protecionista de industriais e produtores locais, o México importa US$ 18 bilhões em produtos agropecuários. Mas resiste em abrir espaço aos produtos do Brasil, mais baratos e competitivos. As negociações sobre sanidade animal e vegetal, por exemplo, se arrastam desde 1996. Pesam ainda as facilidades do acordo comercial do México com Estados Unidos e Canadá no âmbito do Nafta, o que reduz esse mercado a US$ 6 bilhões aos países excluídos do bloco. Dessa fatia, o Brasil detém apenas US$ 270 milhões, ou 4,5% do total. 

Mas é justamente a participação mexicana no Nafta que aguça o apetite de produtores brasileiros. O país pode ser a ponte para EUA e Canadá, sobretudo em questões sanitárias e fitossanitárias, onde poderia influenciar o tratamento dado ao Brasil. 

Na área animal, o governo mexicano ainda não reconhece como livres de doenças países ou áreas onde se pratica a vacinação. Mas admite a importação com base em análises de risco, como faz com lácteos. Por isso, os exportadores de suínos reivindicam a habilitação de Santa Catarina, reconhecida livre de aftosa sem vacinação pela OIE desde maio. Mesmo assim, não houve acordo imediato. "E pelo jeito vai demorar até convencer os mexicanos", diz o deputado Odacir Zonta (PP-SC). "Já fizemos apelos a vários países, mas dependemos das missões veterinárias".