Aurora e Chapecó assinam convênio com o governo para investir em expansão e emprego.
Frigoríficos de SC recebem R$ 100 milhões para investimentos
Da Redação 06/06/2001 08:40 – Os frigoríficos Aurora e Chapecó assinaram convênio com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Integração ao Mercosul para receber incentivos da ordem de R$ 37,1 milhões e R$ 63,5 milhões, respectivamente.
O ato foi firmado pelo secretário de Desenvolvimento Econômico e Integração ao Mercosul, Antônio Ceron, com representantes legais das empresas. Os incentivos são oriundos do Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense – PRODEC Agroindustrial. O PRODEC Agroindustrial tem como objetivo incentivar o desenvolvimento sócio-econômico de Santa Catarina.
Leia também no Agrimídia:
- •Perfil do consumidor brasileiro muda em 2026 e exige novas estratégias do varejo
- •Rota da Avicultura Caipira fortalece cadeia produtiva e geração de renda no meio rural
- •Licenciamento ambiental impulsiona suinocultura e fortalece produção sustentável no Acre
- •Crise na avicultura do Irã leva a escassez de ração e casos de canibalismo em granjas
O programa prevê a concessão de financiamentos de incentivo ao investimento e à operação para empresas ou cooperativas que promoverem a implantação, a expansão ou a reativação de empreendimentos agroindustriais ou agroflorestais em Santa Catarina.
De acordo com o diretor Administrativo da Coopercentral Aurora, Enio Luiz Sbeghen, a concessão de financiamentos ao investimento e à operação se dá através de operações de crédito ou de participação de capital.
Para o diretor de Recursos Humanos e Administração da Chapecó Alimentos, Antônio Ballerini, grande parte das solicitações feitas ao governo do Estado estão sendo atendidas.
A Chapecó Alimentos, que empregava 2,8 mil funcionários em 1999, quando passou por uma crise financeira, emprega atualmente 5 mil em Santa Catarina. Para Ballerini, o saneamento financeiro da empresa a credencia para o crescimento e desenvolvimento, prevendo um faturamento para este ano de R$ 600 milhões, contra os R$ 175 milhões de 1999.
Os financiamentos de incentivo à operação são de até 12% do faturamento bruto, apurado mensalmente, nas vendas dos produtos destinados ao mercado interno. Os parâmetros máximos são aplicados a empresas que adquirem matéria-prima de produtores localizados em Santa Catarina.





















