Suinocultores canadenses temem encontrar mais focos de H1N1 em rebanhos.
Suinocultores cautelosos com H1N1
A OIE afirmou que cerca de 174 países aumentaram sua vigilância sanitária após o surto de gripe A(H1N1). Porém, a doença ainda não foi inclusa na lista das 100 mais perigosas pois não atingiu o nível de infecção e mortalidade de outras.
Alex Thiermann, conselheiro do diretor da OIE disse que a probabilidade dos pesquisadores encontrarem focos de H1N1 em outros porcos seria alta se eles investirem mais e gastassem mais tempo com esse trabalho. Ele ressaltou que os agricultores precisam garantir que não irão se ‘auto-prejudicar’ para encontrar os vírus.
Será difícil reforçar a vigilância em granjas suinícolas para esse novo surto da gripe H1N1, a menos que os agricultores sejam confiantes de que não serão penalizados se a doença for encontrada em suas fazendas, informou a Organização Mundial de Sanidade Animal. “Os agricultores serão desencorajados a participar dos programas de monitoramento para proibir a comercialização de suínos se forem forçados a abater seus animais mesmo com focos da doença encontrados em fazendas distantes das suas”, afirmou Thiermann.
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No Canadá, havia suspeita de que o funcionário de uma fazenda teria sido o responsável pela contaminação de um rebanho, porém, exames de sangue não provaram a autenticidade da informação e o agricultor foi punido por fazer a coisa certa. Após o rebanho ter sido colocado em quarentena por mais de cinco semanas, a superlotação levou o criador a abater todo seu rebanho, já que não havia nenhum comprador para os animais ou sua carne.
A Gripe A, disseminada em todo mundo, provoca febre e tosse e geralmente é curada. Os pesquisadores que analisaram a sequência genética do vírus afirmaram que, possivelmente, a doença está evoluida e não foi descoberta antes por falta de vigilância adequada.
* Com informações do Pig Progress





















