Considerando apenas os dados de 2021, as unidades participantes do programa já acumularam 7,72 milhões de CBios na B3
Produtoras de biocombustível emitiram 26,28 milhões de CBios na safra 2020/21

O encerramento oficial da safra 2020/21 de cana-de-açúcar na última quarta-feira, 31, foi também um marco para o programa RenovaBio. Um ano antes, o processo para o início da comercialização de créditos de descarbonização (CBios) estava sendo concluído, com os primeiros títulos sendo registrados na B3 em 28 de abril.
De lá para cá, 26,28 milhões de créditos já foram cadastrados no programa pelas usinas certificadas, o que inclui produtoras de etanol – de cana e de milho –, biodiesel e biometano.
No momento, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), 261 unidades participam do RenovaBio; destas, uma fabrica biometano e 23, biodiesel. Dentre as 237 usinas de etanol certificadas, 231 utilizam apenas a cana-de-açúcar, quatro processam milho e cana, uma, apenas milho, e uma produz biocombustível de primeira e de segunda geração de forma integrada.
Leia também no Agrimídia:
- •Santa Catarina aposta em crédito de R$ 1 bilhão para expandir cadeias de suínos e aves
- •Mudança no Ministério: André de Paula como novo ministro da Agricultura
- •CNA participa de debate internacional na OIT sobre regras nas cadeias produtivas
- •Custos, sanidade e mercado externo marcam semana no agro com impacto direto nas proteínas
Considerando apenas os dados de 2021, as unidades participantes do programa já acumularam 7,72 milhões de CBios na B3, que atua como única entidade registradora do RenovaBio.





















