Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 67,09 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,30 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 124,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,51 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,88 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,78 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 162,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 168,63 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,97 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.166,42 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,05 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 172,86 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 153,56 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,47 / cx

Grãos

Soja cai em Paranaguá (PR) pressionada pelo dólar e oferta, enquanto Chicago (EUA) sobe 1%

Entenda como a soja cai em Paranaguá devido à pressão do dólar e oferta excessiva, apesar da alta em Chicago

Soja cai em Paranaguá (PR) pressionada pelo dólar e oferta, enquanto Chicago (EUA) sobe 1%

O mercado de soja viveu um dia de “duas realidades” nesta quarta-feira (07). Enquanto a Bolsa de Chicago (CBOT) reagiu positivamente com alta de 1,02% (fechando a US$ 10,67/bushel para março), o preço físico no Brasil seguiu o caminho inverso, registrando sua terceira queda consecutiva. No porto de Paranaguá (PR), a saca baseada no indicador Cepea/Esalq recuou 0,05%, cotada a R$ 134,64.

Segundo Ronaldo Fernandes, analista da Royal Rural, dois fatores domésticos estão anulando a alta externa: o câmbio e a pressão de safra. A desvalorização recente do dólar retirou competitividade do preço em reais (impacto estimado em R$ 5/saca).

Simultaneamente, o produtor iniciou um movimento de “limpeza de silos”, vendendo estoques remanescentes para abrir espaço para a nova safra que começa a ser colhida, aumentando a oferta disponível.

A tendência de curto prazo é de baixa, mas existe um “coringa” climático na mesa. “Se as previsões de umidade para janeiro e fevereiro se confirmarem, teremos uma dor de cabeça na colheita”, alerta Fernandes.

O excesso de chuva no momento de retirar o grão (como a frente fria que atua no Sul agora) pode travar a logística e prejudicar a qualidade, o que faria os preços subirem rapidamente para quem tiver soja disponível e seca para entrega imediata.

Referência: Valor Econômico