Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Sanidade

Sem vacinas comerciais, vigilância e nova classificação genética são a aposta para conter Reovírus

Aprenda sobre o impacto do Reovírus na indústria de perus e como sem vacinas comerciais a vigilância se torna essencial

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Avicultura global: entidade internacional incorpora federação dos EUA e amplia articulação do setor de perus

A indústria de perus enfrenta um inimigo difícil de combater: o reovírus. Embora não cause altas taxas de mortalidade, o impacto econômico é severo. Lotes infectados pesam, em média, de 2 a 4 kg a menos do que aves saudáveis, o que gerou um custo estimado de US$ 33,7 milhões em 2019, afetando cerca de 5,6 milhões de aves. “Não é um vírus que os mata. É um vírus que os deixa mancos”, resume Duane Murphy, presidente do Comitê de Saúde da Federação Nacional de Perus (NTF), destacando a “síndrome da perna rígida” ou claudicação que surge em machos por volta das 13 semanas.

O controle é complexo devido à dupla via de transmissão: vertical (de matrizes para a prole) e lateral (entre lotes). O maior desafio está nas fêmeas reprodutoras, que frequentemente permanecem assintomáticas enquanto disseminam o vírus. Sem tratamentos eficazes e com vacinas comerciais limitadas, a vigilância tornou-se a principal arma. Estratégias recomendadas incluem coleta de fezes desde a primeira semana, exames histológicos de tendões e monitoramento sorológico via ELISA e PCR.

A esperança reside em novas frentes de pesquisa. Um sistema de classificação baseado em três genes, proposto em estudo na revista Frontiers, promete melhorar o rastreamento epidemiológico. Paralelamente, especialistas como Chris Ashworth, da Zinpro, sugerem que a suplementação estratégica com zinco (em complexos de aminoácidos a 80 ppm) pode oferecer proteção antiviral ao bloquear a replicação do vírus. Além disso, a Fundação NTF lançou um prêmio de até US$ 1 milhão para incentivar o desenvolvimento de vacinas e diagnósticos específicos, buscando preencher as lacunas deixadas pela pesquisa avícola generalista.

Referência: Watt Poultry

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