Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 67,67 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,20 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,78 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,43 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 163,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,68 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 182,05 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,53 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.166,23 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,54 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 172,86 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 155,55 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 161,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 169,99 / cx

Estudo

Nova variante H9N2 da Influenza Aviária preocupa cientistas por potencial de contágio

Descubra os perigos da nova variante H9N2 da Influenza Aviária e suas implicações para a saúde pública e agropecuária

Nova variante H9N2 da Influenza Aviária preocupa cientistas por potencial de contágio

Enquanto o mundo agropecuário concentra seus esforços no combate ao H5N1 (que devastou granjas e fazendas leiteiras nos últimos anos), cientistas estão soando o alarme para o H9N2, uma variante do vírus da gripe aviária que está evoluindo rapidamente.

Um estudo recente realizado por pesquisadores de Hong Kong revelou que, na última década, o H9N2 adquiriu mutações genéticas específicas que permitem uma transmissão mais eficiente entre humanos e causam doenças mais graves. Até então, o foco estava quase exclusivamente no H5N1, que já infectou mais de 70 humanos nos EUA (a maioria ligada ao contato com aves e vacas) e causou mortalidade em mamíferos selvagens.

Os pesquisadores enfatizaram uma diferença operacional perigosa entre os vírus: o “silêncio” clínico. Enquanto o H5N1 costuma ser altamente letal para as aves (funcionando como um “alarme imediato” nas granjas devido à alta mortalidade), o H9N2 muitas vezes circula de forma assintomática ou com sinais leves nos lotes avícolas (baixa patogenicidade).

Essa característica de “inimigo oculto” permite que o vírus se espalhe amplamente sem ser detectado pelo produtor, dando-lhe tempo e hospedeiros suficientes para sofrer recombinações genéticas com outros vírus e acelerar sua adaptação aos mamíferos.

A descoberta de que o H9N2 está se adaptando para “furar” a barreira das espécies coloca pressão adicional sobre os sistemas de vigilância sanitária. Para o setor produtivo, isso significa que a biosseguridade não pode focar apenas em uma cepa.

A coexistência de múltiplos vírus com potencial pandêmico (H5N1 no campo e H9N2 evoluindo em paralelo) exige uma abordagem de “Saúde Única” (One Health) mais rigorosa do que nunca, com testes ativos em aves vivas e não apenas em animais mortos.

Referência: The New York Times