Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 67,67 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,20 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,78 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,43 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 163,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,68 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 182,05 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,53 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.166,23 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,54 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 172,86 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 155,55 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 161,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 169,99 / cx

Sanidade

Israel confirma primeiro surto de H5N1 em um ano

A Organização Mundial de Saúde Animal confirma o primeiro surto de H5N1 em Israel após 12 meses, com mortes de aves em Sde Yaakov

Israel confirma primeiro surto de H5N1 em um ano

A tranquilidade sanitária em Israel foi quebrada nesta terça-feira (06). A Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH) confirmou a notificação de um foco de Gripe Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1) em uma fazenda no norte do país, marcando o primeiro registro da doença em território israelense em 12 meses.

O vírus atingiu um lote de 2.000 patos na vila de Sde Yaakov. Segundo o relatório das autoridades locais, a doença foi letal e rápida, causando a morte direta de 90 aves. Seguindo os protocolos internacionais de biosseguridade para conter a disseminação, todas as aves restantes da propriedade foram abatidas preventivamente.

O retorno do H5N1 a Israel reacende o sinal de alerta na região e soma-se aos focos recentes reportados nos Estados Unidos e na Europa (como na Espanha), desenhando um cenário global de pressão viral neste início de 2026.

A OMSA/WOAH reforça que a vigilância deve ser máxima, dado o histórico recente do vírus em devastar plantéis, interromper cadeias de suprimento, elevar preços de alimentos e manter o risco latente de transmissão para mamíferos e humanos.

Referência: Reuters