Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 67,67 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,20 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,78 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,43 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 163,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,68 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 182,05 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,53 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.166,23 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,54 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 172,86 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 155,55 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 161,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 169,99 / cx

Internacional

Indústria avícola europeia "Deplora" acordo com Mercosul e diz que pressão será insustentável

A Indústria avícola europeia diz que a pressão do acordo com Mercosul será insustentável e pode afetar o mercado de aves

Indústria avícola europeia "Deplora" acordo com Mercosul e diz que pressão será insustentável

A celebração brasileira durou pouco sem resposta do outro lado do Atlântico. A AVEC (Associação de Processadores e Comércio de Aves da UE) emitiu um comunicado duro, afirmando que “deplora veementemente” a decisão dos Estados-membros da UE de aprovar o acordo comercial com o Mercosul na semana passada.

A entidade soou o alarme de que o tratado trará “consequências significativas e duradouras” para o setor produtivo europeu.

O argumento central da AVEC é a matemática do mercado: atualmente, mais de 25% do peito de frango consumido na Europa já vem de fora. Com a nova cota de 180.000 toneladas concedida ao Mercosul, a entidade calcula que as importações totais saltarão para representar 9% de todo o consumo de aves da UE.

“Isso exercerá uma pressão insustentável sobre os produtores europeus”, diz a nota, reiterando a velha retórica de que os sul-americanos não seguem os “mais elevados padrões mundiais” de segurança alimentar, bem-estar animal e normas sociais que a UE impõe aos seus.

A batalha, no entanto, não terminou. Para entrar em vigor, o acordo ainda precisa ser ratificado pelo Parlamento Europeu. É lá que a AVEC aposta todas as suas fichas agora, fazendo lobby intenso para que os parlamentares rejeitem o texto aprovado pelos governos nacionais. O cenário desenha uma guerra política: de um lado, a necessidade geopolítica e de segurança alimentar da UE; do outro, o protecionismo ferrenho de seus agricultores.

Referência: Poultry News