Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 67,04 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,25 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,71 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 11,68 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 7,92 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 7,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 7,60 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,66 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 7,72 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,74 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 122,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 136,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,73 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 129,10 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,25 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,32 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.185,27 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.053,84 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,84 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,72 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Biosseguridade

Granjas de Goiás tem até dia 31 de janeiro para enviar declaração de biosseguridade à Agrodefesa

Evite bloqueios no cadastro! Granjas de Goiás têm até 31 de janeiro para enviar declaração de biosseguridade à Agrodefesa

Granjas de Goiás tem até dia 31 de janeiro para enviar declaração de biosseguridade à Agrodefesa

A contagem regressiva começou para a avicultura goiana. A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) emitiu um alerta urgente: produtores e responsáveis técnicos têm até o dia 31 de janeiro de 2026 (próximo sábado) para enviar a Declaração de Biosseguridade via sistema Sidago. Quem perder o prazo enfrentará o bloqueio no cadastro, ficando impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), na prática, travando a comercialização da granja.

A medida não é burocracia, é blindagem. Rafael Vieira, diretor da Agrodefesa, contextualiza a exigência com o cenário crítico atual: a Europa registrou 42 surtos em 14 dias e, mais preocupante, o estado vizinho de Mato Grosso luta para conter um foco ativo em Acorizal. “Manter Goiás livre da doença requer trabalho conjunto. A declaração assegura que as granjas estejam alinhadas às normas de proteção”, afirma.

O documento, que deve ser preenchido obrigatoriamente pelo médico-veterinário responsável, atesta que o estabelecimento cumpre os requisitos do Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA). A lista de verificação inclui telas com malha de até 2,54cm (antipássaro), cercas isolando o galpão (mínimo 5 metros), arco de desinfecção operacional e controle rígido de visitas.

A Agrodefesa também reforçou que a responsabilidade sobre a veracidade das informações recai totalmente sobre o Responsável Técnico (RT). O veterinário deve garantir, por exemplo, que não existam árvores frutíferas ao redor dos núcleos, que atuam como atrativos para aves silvestres vetores do vírus, e que a granja abrigue apenas uma espécie e aptidão (corte ou postura).

O descumprimento ou a falsidade na declaração podem acarretar sanções éticas ao profissional junto ao CRMV, além das penalidades comerciais ao estabelecimento.

Além do bloqueio comercial para a granja (impossibilidade de emitir GTA), a ação visa criar um “cinturão de segurança” em Goiás. Segundo Silvânia Andrade Reis, coordenadora do programa, a biosseguridade é a única ferramenta capaz de limitar a exposição dos plantéis aos agentes causadores de doenças, protegendo a economia do estado de prejuízos incalculáveis.

Referência: Gov