Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,63 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,74 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 11,68 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 7,87 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 7,63 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 7,54 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,48 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 7,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,83 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 121,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 136,31 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 136,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,43 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,25 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,32 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.182,04 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.051,80 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 143,72 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 121,50 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 121,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 129,98 / cx

Política

FPA reage a veto de Lula e promete blindar orçamento do seguro rural

A FPA se mobiliza contra o veto presidencial. Confira as promessas para blindar o orçamento do seguro rural

FPA reage a veto de Lula e promete blindar orçamento do seguro rural

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) reagiu com força nesta quarta-feira (07) ao veto do presidente Lula na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. O dispositivo vetado originalmente blindava os recursos do Seguro Rural contra contingenciamentos (cortes) do governo.

Agora, a bancada, liderada pelo deputado Arnaldo Jardim, promete “empenho máximo” para derrubar a decisão presidencial no Congresso.

A preocupação é crítica: na última safra, a área coberta por seguro no Brasil despencou para menos de 8% da área cultivada, deixando o produtor exposto aos extremos climáticos (como a seca no Sul e as chuvas irregulares no Centro-Oeste).

“Avançar na cobertura e ter fluxo adequado de recursos são prioridades absolutas para 2026”, afirmou Jardim. Se o veto for mantido, estima-se que o estado do Paraná será o mais prejudicado, já que concentrou 40% das apólices em 2025.

Do outro lado, o Ministério da Agricultura (Mapa) tenta uma manobra alternativa. O secretário Guilherme Campos argumenta que a Taxa Selic a 15% inviabiliza o aumento direto do subsídio.

A proposta do governo é fundir o atual seguro rural com o Proagro e tornar o seguro obrigatório para quem toma crédito federal, apostando na “massificação” para diluir riscos. A FPA, no entanto, vê a medida como insuficiente e o veto como um risco à segurança jurídica da safra que se inicia.

Referência: Agência FPA