Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,79 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,53 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,78 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,19 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,22 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 106,78 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 110,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 119,63 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 122,93 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 98,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 112,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,49 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,56 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.178,25 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.054,04 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 130,84 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 109,02 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 132,77 / cx

Mercado

Exportações de carnes avançam, mas Brasil encara barreiras

Mesmo com conquistas sanitárias e expansão para novos mercados, setor de carnes enfrenta cotas, tarifas e exigências técnicas que limitam competitividade

Exportações de carnes avançam, mas Brasil encara barreiras

O Brasil tem ampliado sua liderança global nas exportações de carnes, principalmente a bovina, com destaque para o recente reconhecimento internacional como país livre de Febre Aftosa sem vacinação. A certificação, concedida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) em maio, abre portas para mercados antes restritos, como Japão, Coreia do Sul e Vietnã.

O setor também aposta na rastreabilidade para fortalecer sua posição, com iniciativas como o Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB), que prevê rastrear 100% do rebanho nacional até 2032.

Apesar dos avanços, o país ainda enfrenta barreiras comerciais e sanitárias impostas por seus principais parceiros. Cotas limitadas, tarifas elevadas fora da cota e exigências técnicas, como a certificação halal e a proibição de determinados hormônios, impactam diretamente a competitividade da carne brasileira.

Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mesmo com essas restrições, o Brasil exportou carne para 157 países em 2024, registrando aumento de 55% no volume embarcado desde 2019. A China permanece como principal destino, mas investigações de salvaguarda iniciadas por Pequim reforçam a necessidade de diversificação dos mercados.

Com informações da CNA.