Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,84 / kg
Soja - Indicador PRR$ 127,12 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,06 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,62 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,80 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,29 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,18 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 8,23 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,21 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 106,88 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 110,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 119,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 120,92 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 98,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 112,05 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,53 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.174,75 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.050,37 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 130,84 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 109,10 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 112,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 125,23 / cx

Internacional

Rússia inicia exportação de suínos para a África e desafia liderança do Brasil

Entenda a estratégia da Rússia ao exportar suínos para a África e os obstáculos envolvidos nesta nova empreitada comercial

Rússia inicia exportação de suínos para a África e desafia liderança do Brasil

A Rússia iniciou oficialmente sua ofensiva comercial para colocar carne suína no continente africano. O Grupo Talina, um dos gigantes do setor no país, enviou o primeiro lote para o Congo, marcando o início de uma estratégia de diversificação de mercados.

Em 2025, os russos exportaram 390 mil toneladas de carne suína (faturando US$ 1 bilhão), mas a África representou um traço estatístico de apenas 0,01% desse total.

Segundo a Agroexport (agência governamental russa), a expansão enfrenta obstáculos “naturais” severos. O Norte da África, logisticamente mais próximo, é majoritariamente muçulmano, vetando o consumo.

Já na África Subsaariana, o desafio é a infraestrutura: a cadeia de frio é precária, com riscos de perda de qualidade nos “últimos 200 km” devido a quedas de energia e falta de controle de temperatura. Além disso, o consumidor africano é extremamente sensível a preço.

O maior obstáculo, porém, tem nome e sobrenome: Brasil. A agência russa reconhece que enfrentará uma concorrência feroz dos brasileiros, que já dominam 27% das importações de carne suína do continente.

Mesmo assim, Moscou aposta no longo prazo. Com a população africana projetada para atingir 2 bilhões de pessoas até 2030 e a escassez local de água limitando a produção própria, a Rússia quer garantir seu “pé na porta” agora para colher frutos na próxima década.

Referência: Pig Progress