Conheça como Porto Velho se tornou um destaque no ranking de suínos do norte, fortalecendo a suinocultura em Rondônia
Porto Velho se destaca no ranking de suínos do norte e mostra força do agro em Rondônia

A geografia da carne suína no Brasil está se expandindo. Dados recentes do IBGE, processados em 2026 com base no fechamento consolidado de 2024, revelam que Porto Velho assumiu a 15ª posição no ranking dos maiores rebanhos suínos da Região Norte.
A capital de Rondônia contabilizou um plantel estimado em 12.474 cabeças, consolidando-se como um polo emergente de produção de proteína animal.
Embora os números absolutos sejam modestos se comparados aos gigantes do Sul, o dado carrega um simbolismo estratégico: a suinocultura em Rondônia está deixando de ser apenas uma atividade de subsistência para se tornar uma alternativa comercial de renda e diversificação. O ranking regional ainda é liderado por Feijó (AC), seguido por potências paraenses como Cametá e São Félix do Xingu.
Leia também no Agrimídia:
- •Sem luz na infância, hoje à frente de um império de R$ 2,4 bilhões: a mulher que comanda gigante da carne suína em Santa Catarina
- •Peste Suína Africana avança na Catalunha e acende alerta sanitário em Barcelona
- •Estudos do Instituto de Zootecnia avaliam estratégias para mitigar perdas na produção de silagem
- •APCS completa 59 anos fortalecendo a suinocultura paulista e ampliando mercados para a carne suína brasileira
Para o agronegócio local, o crescimento de Porto Velho reflete investimentos em melhoria genética e a busca por abastecer o mercado interno da região, reduzindo a dependência de carnes vindas de outros estados.
O desafio agora é transformar esse volume em qualidade sanitária e eficiência técnica, aproveitando a oferta de grãos (milho/soja) que Rondônia já possui em abundância para baratear a ração e escalar a produção.
Referência: News Rondônia





















