Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

SC abate 80 mil suínos

Animais contaminados pela doença de Aujeszky foram abatidos e agora as granjas estão limpando e desinfectando as instalações para receber novos suínos.

Redação SI 23/01/2003 – Em Santa Catarina, 80 mil porcos foram abatidos na luta contra o Mal de Aujeszky, doença fatal para os suínos. As granjas que passaram pelo vazio sanitário começam a receber novas matrizes. Na região de Lajeado dos Pintos, interior de Concórdia, o criador Orides Resmine começou o trabalho de limpeza e desinfecção das instalações.

“Acabamos com todos os suínos que havia dentro da granja. Não sobrou um. A previsão era para acabar até junho, mas com as notícias os criadores se apressaram um pouco para acabar com a doença e foi muito bom porque evitou que o mal se espalhasse mais”, diz Orides.

No total, em 180 granjas do Estado, os técnicos constataram que em mais de 10% dos animais estavam com Aujeszky e despovoaram os plantéis. Foram abatidos 80 mil animais. Na propriedade do criador Cláudio Rovani a rotina mudou. As visitas são restritas e quem entra tem que vestir roupa descartável e calçar as botas plásticas. A granja passou pelo vazio sanitário de 60 dias e já recebeu as primeiras 20 matrizes livres de Aujeszky.

Vigilância – Com o abate dos animais infestados em todo o Estado começou uma nova etapa do programa chamada de vigilância epidemiológica, uma espécie de quarentena. Os técnicos vão fazer um monitoramento permanente nas áreas de risco.

A pesquisadora Janice Zanela faz parte da coordenação do Programa de Erradicação. Ela explica que as granjas que foram repovoadas vão ser feitas as análises a cada dois meses e se algum novo foco surgir a propriedade vai ser interditada. Para a pesquisadora, é necessário ter cautela. O programa venceu a primeira etapa, mas para declarar o Estado livre de Aujeszky pode levar algum tempo. “Não sabemos ainda quanto tempo, um ou dois anos. Mas é um trabalho que requer dedicação”, diz Janice.

As indenizações aos criadores que tiveram os animais abatidos devem ultrapassar os R$ 6 milhões. A doença é fatal para o leitão, mas não é transmissível ao homem.