Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Peste Suína Clássica: Argentina quer declaração de área livre sem vacinação em 2004

O credenciamento permitiria a abertura de novos mercados para a exportação dos produtos derivados de suínos.

Redação SI 22/04/2003 – Com vistas a se tornar área livre de peste suína clássica, a partir de certificação fornecida pela Organização Internacional de Epizootias (OIE), o governo da Argentina está implantando o Programa de Erradicação da Peste Suína Clássica, por meio de seu Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentícia (Senasa) e da Associação Argentina Produtores de Suínos (AAPP).

A intenção dos organismos é que a declaração aconteça em 2004. O credenciamento permitiria a abertura de novos mercados para a exportação dos produtos derivados de suínos.

Desde 1999 o País não apresenta um só foco da doença e segundo resultados de análises e controles realizados até agora, não há indícios da presença do vírus circulante.

O Programa prevê a suspensão da vacinação obrigatória contra a enfermidade. A OIE qualifica a doença como enfermidade do tipo A: aquelas que, como a aftosa, travam o comércio internacional.

As ações do Programa contemplam a regionalização do País qualificando os estabelecimentos com suínos de acordo com a quantidade e o tipo de exportação. Também, integra e responsabiliza os veterinários privados pelo saneamento e pela vigilância epidemiológica, com participação ativa de suas entidades representativas.

Uma das ações para erradicar a PSC é a informação imediata ao escritório do Senasa ou ao veterinário credenciado de morte ou situação sanitária distinta das habituais em uma granja de suínos.

Ao mesmo tempo, estão sendo realizados registro e controle de serviços de vigilância para monitorar os procedimentos de detecção da enfermidade e um amplo sistema de vigilância epidemiológica que envolve todos os setores relacionados com a produção suinícola.