Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

CPI das Carnes investiga relação do Grupo Chapecó com o BNDES

Há suspeitas de tráfico de influência na liberação de recursos do banco para a empresa.

Da Redação 02/12/2003 – 04h15 – Em reunião realizada nesta segunda, dia 1 de dezembro, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que analisa as atuais distorções no mercado gaúcho de carnes, ouviu o depoimento do ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luiz Carlos Mendonça de Barros.

Segundo o deputado Jerônimo Goergen (PP), presidente da CPI, o objetivo da comissão é esclarecer as suspeitas de tráfico de influência na liberação de recursos do banco, que totalizam R$ 600 milhões, para o Grupo Chapecó. A liberação da verba se deu na época em que, simultaneamente à presidência do banco, Mendonça de Barros fazia parte do Conselho de Administração da empresa.

Conforme o vice-presidente da comissão, deputado Elvino Bohn Gass (PT), há indícios de má gestão de recursos públicos

“Durante a liberação desses recursos, o Grupo Chapecó já estava inadimplente com o BNDES em função de outros empréstimos. Queremos saber quais os critérios que levaram à concessão de mais dinheiro para o frigorífico” afirma Bohn Gass.

O deputado lembra ainda que o Chapecó foi comprado pelo grupo argentino Macri, que continuou sendo beneficiado pelo dinheiro.

Com informações da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul