Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Tendências

Cotação agrícola deverá variar pouco no atacado.

Da Redação 09/08/2004 – 06h19 – Depois de registrarem queda em julho, os preços agrícolas tendem a permanecer estáveis em agosto no atacado paulista. Conforme o economista Fabio Silveira, da MSConsult, há produtos que ainda sofrem pressão baixista, como grãos, feijão e café, e outros que devem subir, como carnes e açúcar. Desta equação, prevê ele, deverá resultar uma variação média próxima a zero do índice apurado pela consultoria, que é baseado em uma cesta de 14 produtos – soja, café, algodão, carnes, açúcar, arroz, feijão, milho, tomate, batata, trigo, leite, ovos e laranja.

No intervalo entre 29 de julho e 5 de agosto, o índice registrou variação positiva de 0,6% em relação ao período de 22 a 29 de julho, com destaque para as valorizações do tomate (46,8%) e da batata (20%) e para as retrações do feijão (4,8%) e da soja (3,3%). Em média, o índice deste início de agosto está apenas 0,1% superior à média apurada pela MSConsult em julho. “E essa estabilidade deve continuar”, reiterou o economista ao Valor.

Ele lembra que grãos como o milho e o trigo, que estão com as cotações em baixa no mercado internacional em razão do clima favorável às lavouras americanas, também estão sob pressão no Brasil em virtude da colheita da safra de inverno. Já as carnes devem encontrar suporte na entressafra do boi gordo, que costuma inclusive puxar para cima as cotações dos “concorrentes” aves e suínos.