Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Exportações do agronegócio batem novo recorde

Superávit comercial de julho foi 51,5% superior ao mesmo período de 2003.

Da Redação 10/08/2004 – 06h00 – O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, divulgou nesta segunda-feira, dia 9, durante palestra no seminário internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em Brasília, os novos recordes de exportação e saldo comercial positivo do agronegócio brasileiro nos primeiros sete meses deste ano. Puxadas pelo bom desempenho do complexo soja, carnes, café, açúcar e álcool, madeiras, lácteos e algodão, as vendas externas do setor alcançaram US$ 3,75 bilhões em julho, um aumento de 44,5% em relação a igual período de 2003.

Recorde histórico para o mês de julho, o superávit comercial de US$ 3,36 bilhões (51,5% superior a 2003) foi o segundo maior desde 1989, quando se iniciou a série estatística.

Esse desempenho tem permitido o saldo positivo da balança brasileira como um todo. O agronegócio, mais uma vez, alavanca os demais setores com seu saldo comercial. É possível prever um superávit superior a US$ 30 bilhões até o fim do ano”, diz Rodrigues.

O saldo ficou acima de US$ 3 bilhões pelo terceiro mês consecutivo.

Os dados da Secretaria de Produção e Comercialização do ministério mostram que o agronegócio foi responsável por 42,5% das exportações globais do Brasil em julho. De janeiro a julho, as exportações do setor somaram US$ 22,25 bilhões, um resultado 37,2% acima do registrado no mesmo período de 2003. O saldo comercial positivo somou US$ 19,45 bilhões um acréscimo de 44% sobre os US$ 13,5 bilhões do ano passado.

Nos sete primeiros meses do ano, destacaram-se as exportações do complexo soja (+47%), carnes (+63%), madeiras (+52,5%), lácteos (+60%), café (28,5%), açúcar e álcool (+56,5%) e cereais, farinhas e preparações (+266%). No acumulado dos últimos 12 meses, entre agosto de 2003 e julho de 2004, as exportações somaram US$ 36,67 bilhões (+27,5%) e o superávit, US$ 31,8 bilhões (+31,2%). Pela segunda vez, vendas externas e saldo comercial do agronegócio ultrapassaram essas cifras em 12 meses.

As exportações de carnes continuaram a crescer significativamente, chegando a US$ 493 milhões em julho (+75,5%) e a US$ 2,99 bilhões (+61%) no ano. O secretário de Produção e Comercialização, Linneu Costa Lima, destaca o aumento das exportações de carne bovina in natura (+84%) e de frango in natura (+61%) nestes sete meses. O desempenho reflete as mudanças causadas pelos focos do mal da “vaca louca” no Canadá e nos Estados Unidos, em 2003, e da “gripe do frango”, na Ásia, EUA e Canadá.

Em julho, o complexo soja foi o maior destaque nas exportações do setor. As vendas alcançaram US$ 1,12 bilhão, um resultado 56% superior aos US$ 718 milhões de julho de 2003. As vendas de soja em grãos cresceram 67% e de farelo, 24,3%. Houve crescimento das exportações para todos os continentes e blocos econômicos. Vendemos mais para União Européia (+51%); Ásia (+44%); Nafta, à exceção do México, (+27,7%); Oriente Médio (+43%); Europa Oriental (+48,7%); África (+63,5%); e Mercosul (+17%). Em termos de países de destino, registre-se o crescimento de 130% nas exportações para a Espanha; Irã (87%); Reino Unido (73,5%); Rússia (49,7%).